Naquela noite em minha cama fria comecei ler o diário, que teria encontrado na frente da mansão que estava abandonada. Em primeira estância estavam as dedicações - Para minha filha e minhas Amarílis. Comecei ler o conteúdo bruto do diário onde contava o dia a dia de uma dama que gostara muito da filha a pequena Alexandra além de cuidar com muito êxito de um jardim. Mas eu não achei nada sobre Amarílis. Dormi e no outro dia a dúvida me perseguia. Quem seria Amarílis? E qual relação ela teria com a dona deste tal diário?Li mais de sete vezes o diário naquela semana, mas a moça apenas relatava com era seu dia no jardim.
Meses se passaram e eu já não me conhecia mais, era uma mulher presa em uma pequena salinha com o diário nas mãos não sabia pensar em nada que não fosse Amarílis. Prendi-me em um mundo solitário na qual o pensamento que conduzia, não pensava mais em mim não cuidava mais da minha saúde, portanto, fiquei muito doente. Já estava louca com os meus pensamentos em uma cama de “hospi-tal”. No fim de meus dias recebi a visita de uma menina que em suas mãos trazia uma flor rosa maravilhosa. – Quem é você? E que flor é essa menina? – meu nome é Alexandra e essa é Amarílis senhora, flor que floresce apenas com condições estremas de luz. - Eu a olhei e com um suspiro deixei a luz da flor me levar consigo.
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Enfim Pensar.

Horas passei naquela tarde pensando família, matemática, viagens, lua, comida, português, prova, dinheiro, computador, amor, amigos, química, água, chaves, música, brigas, internet, fotos, beijos, celular, pés, árvores, animais, carros, calendário, cores, tempo, roupas, livros, caneta, animais, trabalhos, satélites, Cérebro, coração... Ao final da tarde, lá estava eu sentada em uma cadeira, internada na clínica do pensamento e tratada pela psiquiatra Vida.
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